20200923INCMÉ completamente inaceitável que a administração da Imprensa Nacional Casa da Moeda insista em recusar aumentos salariais e actualização das restantes matérias de expressão pecuniárias, quer para 2020, quer para 2021 - protesta-se num abaixo-assinado agora lançado.
25.9.2020

 

Esta é a primeira das acções de luta decididas em plenário, no dia 23, frente à Casa da Moeda. Estão já previstas outras, caso a administração persista na sua «surdez» perante as justas reivindicações dos trabalhadores, os quais reafirmam que estão determinados na defesa do Caderno Reivindicativo para 2020 e vão continuar a demonstrar a sua insatisfação.

Além da negação de aumentos salariais, a administração também não apresenta propostas que vão ao encontro das outras justas reivindicações dos trabalhadores.

No plenário de dia 23, os trabalhadores da INCM voltaram a mostrar ao Conselho de Administração que não desistem.

Este plenário, na rua, respeitando as normas sanitárias em vigor, realizou-se porque não houve resposta patronal à reivindicação saída do plenário de 31 de Julho e ao pedido de reunião para retomar as reuniões negociais.  

A 31 de Julho, os trabalhadores mandataram a Fiequimetal e os seus sindicatos (SITE Norte e SITE CSRA) para continuarem a negociação do Caderno Reivindicativo, recusando a exclusão pretendida pela empresa. Ou seja, os salários e restantes matérias de expressão pecuniária são para manter em negociação. É inaceitável a empresa, à conta da COVID-19, não querer negociar estas matérias em 2020 e também em 2021.

No abaixo-assinado exige-se que o Conselho de Administração apresente, no imediato, propostas que permitam um acordo que permita o real aumento dos salários.


Ver também
- Abaixo-assinado dos trabalhadores da INCM
(recolha através dos delegados e dirigentes sindicais)