Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas - CGTP-IN

20240124EDPAumentam as razões e cresce a mobilização para a jornada de luta dos trabalhadores das empresas do Grupo EDP, a 10 de Abril. Greve, manifestação em Lisboa e também uma vigília, na madrugada de dia 9, são uma resposta à Administração e uma mensagem aos accionistas.
5.4.2024

 

Manobras intimidatórias e ilegais da Administração só podem ter como resposta a intensificação da luta, para defender o direito dos trabalhadores a uma vida melhor e mais digna - afirma a Fiequimetal, num comunicado emitido anteontem.

A federação reitera que a unidade de todos os trabalhadores é decisiva e apela a que, no dia 10 de Abril, próxima quarta-feira, ninguém fique para trás, para que se possa fazer neste dia uma acção ainda maior que a de 24 de Janeiro.

No dia 10, de todos os distritos, os trabalhadores vão convergir para a Praça do Comércio. Daqui, às 11 horas, partirão em desfile até à sede da EDP, na Avenida 24 de Julho, onde nesse dia se realiza a Assembleia Geral de accionistas.

Nesta jornada vão participar o secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, e o coordenador da Fiequimetal, Rogério Silva.

 

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Prepotência mostra incompetência

A prepotência da Administração é sinal de incompetência, acusam a Fiequimetal e os seus sindicato na EDP (SITE Norte, SIESI, SITE Centro-Norte e SITE CSRA), manifestando repúdio perante a actuação ilegal da Administração, na tentativa de manipulação da verdade, no que respeita à nomeação dos trabalhadores adstritos aos serviços mínimos na DGOS (Direcção de Gestão e Operação de Sistema) da E-Redes (antiga EDP Distribuição), durante a greve a decorrer durante todo o mês de Abril.

A lei confere aos sindicatos, como representantes dos trabalhadores em greve, o poder de designar os trabalhadores para o cumprimento desses serviços, até 24 horas antes do início da greve.

Só após esse prazo, e caso os sindicatos não os designem, é que esse poder passa para a Administração.

Essa designação foi efectuada e comunicada, no prazo devido, à Administração, pelo já não cabe legalmente a esta a alteração do que já está designado.

Os trabalhadores que foram designados pelos sindicatos são aqueles que estão em serviços mínimos, ou seja, todos os que estavam escalados para turnos, durante o período em que estariam de serviço, nem mais, nem menos.

Esta resposta foi remetida à Administração e dela foi dado conhecimento à ACT e à DGERT (Ministério do Trabalho).

 

Ver também
Comunicado aos trabalhadores das empresas do Grupo EDP (3.4.2024) com link para inscrições nos transportes
Greve com impacto na EDP terá ponto alto em Lisboa dia 10 (1.4.2024)

 

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