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REN-revsalarial2026A REN tem boa saúde económica e financeira, como se vê pelos seus lucros, e os trabalhadores têm direito a recuperar o poder de compra, mas a administração respondeu com valores irrisórios à reformulação da proposta sindical, nas negociações da revisão salarial anual.
2.4.2026

 

Na reunião de ontem, a Comissão Negociadora da Fiequimetal voltou a reformular a sua proposta de aumento salarial mínimo, de 135 para 125 euros, e manteve dez por cento, para as matérias de expressão pecuniária.

Apesar desta reformulação, reafirmou-se que a REN tem uma boa saúde económica e financeira — e os lucros falam por si.

A CNS — como se refere na informação divulgada após a reunião — reiterou que os trabalhadores da REN têm o direito a recuperarem o poder de compra, para fazerem face à inflação real de 2025 e ao brutal aumento do custo de vida.

O pressuposto da administração, para «celeridade» na conclusão das negociações, revelou-se insuficiente e amargo, pois não alterou a proposta de 2,3 por cento, para a tabela salarial e as matérias de expressão pecuniária. Passou o valor mínimo de aumento salarial para 45 euros (apenas mais cinco euros do que na reunião anterior), com 2,5 por cento para os mínimos e máximos nos turnos, disponibilidade e ajudas de custo.

A Fiequimetal considera estes valores irrisórios e reforça o apelo que a todos os trabalhadores se mantenham unidos, independentemente da sua filiação sindical, lutando por aquilo que é seu por direito: um aumento justo dos seus salários.

 

Ver também
«Amêndoas da Páscoa com sabor amargo» - Comunicado da Comissão Intersindical da Fiequimetal
Falta a administração da REN valorizar mesmo os salários (27.3.2026)

 

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