Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas - CGTP-IN

PSA-Citroen-arquivoAs associações patronais que subscrevem o contrato colectivo do sector automóvel voltaram a fazer propostas que retomam o que já tinham feito há dez anos, atirando em várias matérias os direitos dos trabalhadores para condições piores do que os mínimos inscritos no Código do Trabalho. A Fiequimetal divulgou as linhas gerais da proposta patronal e apela à participação dos trabalhadores nas iniciativas de informação, esclarecimento e mobilização.
14.7.2015

Para a federação, numa negociação onde se procure seriamente o acordo, tendo em vista o progresso das relações laborais, não se pode deixar de ter como elemento de garantia os direitos e os deveres que estão em vigor.
Tratando-se de uma proposta patronal que vai claramente contra os interesses dos trabalhadores, a federação apela a que estes tomem posição sobre o seu conteúdo, rejeitando o que não querem e afirmando claramente o querem para o presente e para o futuro, seja nas fábricas ou nos sectores da assistência e reparação.
«Vamos partir para este processo negocial com a certeza da razão que nos assiste e a confiança de que, unidos e organizados vamos conseguir defender os direitos e alcançar melhores condições de vida e de trabalho», afirma-se no comunicado em distribuição nas empresas abrangidas pelo contrato.

Ver também:

- Comunicado aos trabalhadores do sector automóvel

- CCTV do sector automóvel
  · Alteração salarial e outras (BTE Nº 48 de 29/12/1997)
  · Publicação (BTE Nº 39 de 22/10/1980)

 

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