Centenas de dirigentes e delegados sindicais e outros trabalhadores dos sectores representados pelos sindicatos da Fiequimetal participaram esta tarde na jornada que culminou a Quinzena de Acção e Luta, fazendo ouvir nas ruas de Lisboa o descontentamento e o protesto crescentes de quem trabalha e não vê o seu esforço devidamente valorizado.
10.3.2017
As reivindicações que foram comuns às várias lutas realizadas desde 23 de Fevereiro foram levadas até ao Ministério do Trabalho: aumento geral dos salários; defesa e melhoria dos direitos consagrados, tanto em convenções colectivas como em práticas existentes; melhoria das condições de trabalho; redução do tempo de trabalho; fim do recurso aos vínculos precários.
Do Governo exige-se a tomada de medidas concretas, que permitam a resolução dos problemas identificados.
O protesto começou junto da sede da Associação Portuguesa dos Fabricantes de Tintas e Vernizes, uma das associações patronais que mantêm sob um prolongado boicote o contrato colectivo de trabalho das indústrias químicas.
Outra paragem teve lugar frente à sede da ANIMEE (Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico), exigindo resposta à Carta Reivindicativa que ali foi entregue em Dezembro.
Os trabalhadores, destaca-se na resolução entregue no Ministério, vão dar continuidade à luta pelo direito a uma vida melhor.
Ver também:
- Resolução entregue na Associação Portuguesa dos Fabricantes de Tintas e Vernizes
- Resolução entregue no Ministério do Trabalho
Algumas fotos desta jornada
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