Pedida inspecção na Legrand por condições melhores
Dada a gravidade da situação, o SIESI solicitou uma inspecção da ACT na Legrand Eléctrica para garantir melhores condições de trabalho. A empresa até recomendou aos trabalhadores que fossem de casa «pré-equipados»!
9.4.2020
Acordo na CelCat repõe valor das horas extra e descanso
O acordo na CelCat (Prysmian), negociado pelo SIESI e aprovado pelos trabalhadores, prevê actualizações salariais em 2020 e 2021, um «prémio» por assiduidade (baixo absentismo) e a reposição do valor que acresce no pagamento de horas extraordinárias, bem como do correspondente descanso compensatório.
8.4.2020
SITE Norte rejeitou lay-off e Efacec recusou precauções
O Grupo Efacec respondeu negativamente a todas as propostas do SITE Norte e das suas comissões sindicais, tanto para anular o recurso ao lay-off, como para, pelo menos, minimizar a perda de rendimentos que os trabalhadores abrangidos registarão nos próximos tempos.
8.4.2020
Lay-off foi feito à medida das multinacionais
O mecanismo de lay-off já foi alterado três vezes pelo Governo, que o tornou sempre mais simplificado, respondendo aos interesses das multinacionais. Para defender o emprego e os direitos dos trabalhadores é necessário persistir no esforço de unidade, organização e mobilização.
8.4.2020
Defendemos todos os postos de trabalho na Autoeuropa
O SITE Sul transmitiu a sua preocupação em relação à manutenção de todos os postos de trabalho na VW Autoeuropa, incluindo os trabalhadores vinculados directamente a esta, com contratos a prazo, e os trabalhadores temporários, contratatados através da Autovision People.
8.4.2020
Retirada de direitos recusada nas refinarias da Petrogal
A Fiequimetal e os seus sindicatos rejeitam o quadro proposto para alteração dos horários de laboração contínua nas refinarias da Petrogal, mas reafirmam disponibilidade para encontrar soluções que defendam a saúde e segurança dos trabalhadores e os seus legítimos direitos.
7.4.2020
Mais de 2000 despedimentos provam falta de protecção
O SITE Sul registou, no seu âmbito, mais de 2000 despedimentos, e afirma que, na actual situação de grave crise sanitária, o Governo altera leis para facilitar a vida às empresas, mas esquece-se da protecção dos trabalhadores, de forma a manterem o seu posto de trabalho.
5.4.2020
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