A greve nas refinarias da Petrogal (de 24 horas, no Porto, e de quatro horas, em Sines) começou com uma forte adesão, ainda mais notada nas áreas operacionais, onde houve sectores com adesão total. Ocorreram impactos na laboração, apesar das restrições impostas pelo Governo.
8.1.2016
A luta é realizada pela defesa da contratação colectiva, dos direitos laborais e sociais e dos regimes de saúde e de reformas.
Na segunda-feira, com os mesmos objectivos, tinha-se já realizada uma greve de quatro horas na refinaria de Sines, com elevada adesão, que teve impactos no funcionamento do sistema produtivo e em outros sectores e serviços, incluindo a paragem do terminal petrolífero e do abastecimento de carros-tanque e navios.
A acção decidida para dia 15, próxima sexta-feira, tem por objectivo exigir que o novo Governo deixe de seguir a mesma decisão política do anterior.
A poucos dias da greve convocada para 28 a 30 de Dezembro, foi repetida a decisão do Governo de se colocar ao lado dos grupos económicos e contra os direitos dos trabalhadores, quando os ministros da Economia e do Trabalho emitiram um despacho conjunto a determinar os termos de «funcionamento mínimo» das refinarias do Porto e de Sines.
Este despacho, como a Fiequimetal reafirmou, constitui uma flagrante violação das disposições legais e constitucionais sobre o exercício do direito de greve e afronta, mais uma vez, as decisões dos tribunais que se pronunciaram sobre esta matéria.
Ver também:
- Trabalhadores da Petrogal queixam-se de ataques à contratação coletiva (RTP, 8.1.2016)
- Fiequimetal saúda luta na Petrogal (6.1.2016)
- Trabalhadores da Petrogal em greve na refinaria de Sines (Setúbal TV, 5.1.2016)
- Trabalhadores da Petrogal ameaçam com nova greve (Porto Canal, 30.12.2015)
Fotos do piquete de greve em Matosinhos
Mediabox CK message : No files found in the directory : 20160108Petrogal


Documento da CGTP-IN
